É difícil governar!

São incríveis as dificuldades que o Governo Federal continua encontrando para ajudar as classes menos favorecidas. Existia um discurso muito forte de que era necessário diminuir a pobreza e reduzir a diferença de renda entre as classes. Mas, de uma hora para outra, este assunto saiu de pauta! Dificilmente é visto um deputado ou senador se manifestando a respeito deste assunto, parecendo que o problema foi resolvido. A mídia fala muito em desemprego, mas deixa de lado o que pode ser feito para aumentar a renda dos mais pobres. Pelo lado do Governo, várias tentativas estão sendo feitas, mas sempre aparecem obstáculos e, principalmente, críticas nas medidas propostas. Na reforma tributária, é proposto criar uma alíquota de imposto para tributar lucros e dividendos, que atingiria a classe mais privilegiada. Com estes recursos, seria possível apostar em programas que iriam beneficiar as classes menos favorecidas. Mas, pelo que se vê, ninguém está a favor, e as críticas e lobbies são muitos para derrubar o que é proposto. Agora, o governo aumentou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) até o final do ano para bancar o aumento do Bolsa Família de R$ 190,00 para R$ 300,00. As críticas e comentários contra a medida são enormes. Em primeiro lugar, este aumento vai atingir somente aqueles que realizam operações financeiras, empréstimos. Já tem gente dizendo que vai aumentar a inflação. Por favor, me expliquem como o aumento do IOF vai fazer crescer a inflação? Quem lida com operações de crédito é a classe mais abastada e, com a contribuição destes, é possível promover uma melhor distribuição de renda. Fora o pessoal do governo, alguém já viu a defesa destes mecanismos que pretendem ajudar os mais pobres? Por que será que esta bandeira ficou sem simpatizantes? Era para muitos lutarem para que estas medidas fossem implementadas. Como entender tais posicionamentos dos políticos? No lado da mídia, este assunto é omitido! Por que será?

 

Melhor que o Brasil!

Pelos números, é possível afirmar que a economia do Rio Grande do Sul está com um desempenho melhor que a brasileira, principalmente no segundo trimestre, quando cresceu 2,5% em relação ao primeiro. Em comparação como o período do ano passado, o aumento foi de 27,7%. Em 2021, a expansão do PIB já chega a 16,2%. O destaque do período foi a agropecuária, que avançou 5,6%. No que se refere às exportações da indústria, os números são altamente positivos, sendo que em agosto, o avanço foi de 42% em comparação com o ano passado. Entre os segmentos em destaque, surgem máquinas e equipamentos, com uma elevação de 211% em relação ao ano passado, valor este puxado pelo embarque para China e Paraguai. Aliás, a China continua sendo o principal destino das vendas do Estado. Os números apontam que o Rio Grande do Sul está em plena recuperação depois da estiagem do ano passado e os problemas causados pela pandemia. Neste ano, o desempenho da economia gaúcha será melhor que a brasileira!

 

Economia mundial crescerá 5,7%

Segundo a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), o PIB mundial vai aumentar 5,7% neste ano. Na América Latina, o Brasil crescerá 5,2%, e o México, 6,5%. São bons números que indicam que o mundo, aos poucos, está voltando com força no aumento da produção e, consequentemente, na renda. Todos têm que aproveitar esta onda de prosperidade.

 

Pense

A vida é um presente para aqueles que sabem como usá-la.