Os seres da Natureza

O trato e nosso relacionamento com estes seres depende do tipo de vida que levamos, de nossas crenças e da nossa sensibilidade de querer entender e nos relacionar de forma mais harmônica com os representantes dos quatro reinos

No último texto que escrevi aqui na Gazeta, “Estamos mergulhados na Natureza”, citei que escreveria sobre os seres da Natureza. Nas conversas de calçada, uma senhora disse-me o seguinte: “Eu vejo os seres da natureza, nas árvores, folhagens, flores, na água e outros lugares”. Citei que depende de uma sensibilidade psíquica e do arranjo dos feixes de nervos, nos chacras ou centros de forças, que fazem vibrar os raios que giram em cada redemoinhos deste centros de força, que todos nós possuímos. Na internet, encontramos centenas de estudos sobre o assunto, e muito bem ilustrados, com figuras bem didáticas. Por isso, não descrevo aqui os seus pormenores.

Na literatura mundial, principalmente da Europa, há centenas de livros que abordam o tema, citando a existência de gnomos, fadas, duendes, e também a simbologia manifesta por meio de estátuas ou estatuetas como enfeites nos jardins de entrada de algumas casas ou dentro destas. Se o dono da casa colocou ali, de uma maneira ou outra, acredita na existência de seres que vivem na natureza próxima ou longe de nós. E isso não só na Europa, mas em países do oriente e também em casas aqui da cidade.

Pessoas comentam sobre os silfos, salamandras, ondinas e outros tantos que não lembro, mas são ligados aos elementos água, fogo, terra e ar, e acrescentam, também, as madeiras e os metais. Não sentimos que brincam conosco quando varremos folhas e redemoinhos se formam, espalhando tudo? Não se irrite, sorria nestes momentos. O trato e nosso relacionamento com estes seres, como descrevi, depende do tipo de vida que levamos, de nossas crenças e da nossa sensibilidade de querer entender e nos relacionar de forma mais harmônica com os representantes dos quatro reinos que conhecemos.

Já descrevi, em jornais daqui, a nossa relação com estas forças energéticas, que nos atingem e nos envolvem, querendo nós ou não. Abordei temas sobre o que sentimos quando estamos nas margens de rios, arroios, sangas ou no mar, catando seixos ou pedras redondas, conchas ou simplesmente sentindo o cheiro e a areia em nossos pés. Está estressado? Vá caminhar nestas margens de areias e águas, ou dar um pouco de ração para os lambaris, comodamente sentado em uma cadeira com os pés cobertos por peixes. O estresse irá embora, porque você estará rodeado por seres que, na maioria das vezes, não vê, mas que estão ali porque ali devem estar. Vamos, então, com estes seres, pelo Caminho do Bem.