Os estímulos sonoros são superimportantes para manter nosso cérebro em atividade regular, e quando somos privados deles, é favorecido o desenvolvimento de doenças como demência e Alzheimer
Crédito: Divulgação
O cérebro de quem trata a perda auditiva se mantém mais “jovem” do que o de alguém com perda auditiva não tratada. Isso porque os estímulos sonoros são superimportantes para manter nosso cérebro em atividade regular. E no caso de privações maiores desses estímulos, ele pode ficar menos ativo, favorecendo o desenvolvimento de doenças como demência e Alzheimer.
Liara Guterres Ragagnin
Fonoaudióloga
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